quinta-feira, 29 de novembro de 2012
terça-feira, 27 de novembro de 2012
Relacionamento Excluído
Um dia, estava eu revendo os amigos nas redes sociais, procurando nas listas alguns que há muito já não encontrava pelas ruas ou festas, e notei que um em especial já não aparecia em nenhuma das redes que procurei, nem no facebook, twitter, tumblr e nem no já tão esquecido Orkut.
Ela
havia me excluído por algum motivo, ainda desconhecido. Revirei minha memórias
tentando lembrar-me de alguma coisa que tivesse feito que poderia ter mudado a
forma que ela pensava sobre mim. Olhei registros de conversas e nada, tudo
limpo.
Lembrei
então de algo que nós vivemos um tempo atrás e que decidimos deixar pra trás.
Eu tinha ficado com ela, da maneira mais sincera que eu pude, notei também que
ela estava se entregando e que estava se apaixonando. Aí decidimos dar uma parada
no que estava acontecendo entre nós, e contei tudo o que tinha acontecido no
meu ultimo relacionamento e que não poderia namorar ninguém por um tempo. Nós
nos afastamos por um tempo, e continuávamos a nos falar mesmo por MSN, algumas
discussões, mas com o mesmo carinho de sempre um pelo outro.
Alguns
meses depois, verifiquei em uma das contas em redes sociais se ela ainda
continuava postando e atualizando seus status. Descobri então,
que ela ainda continuava usando o facebook e o tumblr raramente, isso por causa
do vestibular que ela vai tentar para o curso de publicidade e propaganda da
UFPE.
Deixei
uma mensagem no tumblr e esperei por cerca de um mês pela resposta que nunca
imaginaria que viria de tal forma e com tanta mágoa. “Só queria te pedir uma
coisa, não insiste, ok? Melhor, nem responda. Tem coisa que não compete mais. A
vida já passou. Te desejo felicidade, sucesso no seu caminho & cuidado com
quem vc compartilha suas fotos que andam se propagando por aí...então é isso,
Adeus (;”
Me
dói até hoje saber que perdi uma grande amiga e talvez uma namorada por causa
de uma coisa que eu sei que não fiz. As tais fotos existiam mesmo, mas eu não
mandei para ninguém, de certo alguém entrou no meu PC viu meus arquivos e os
copiou. Podem ter me Hackeado. Eu até imagino quem pode ter feito isso.
Ainda
hoje eu tento algum contato com ela, pra ver se consigo recuperar alguma coisa
dessa amizade. Hoje em dia já estou namorando há quase 4 anos e com a pessoa
que tinha me magoado antes dessa história toda começar. Estou muito feliz,
apesar de ainda pensar nos momentos bons que tivemos e que ainda poderíamos ter
passado. Mas como ela mesma disse no e-mail “A vida já passou”.
domingo, 30 de setembro de 2012
O que aconteceu com as Lan Houses?
Conexão superveloz,
facilidade de acesso, jogos em rede e preços agradáveis era o que costumava
atrair clientes para as lan houses, mas desde 2011 o número de estabelecimentos
desse tipo vem diminuindo.
A ideia de lan
house veio da Coréia do Sul e surgiu em 1998. LAN é o termo usado na
informática para determinar uma rede de computadores que são conectados para
transferência de dados, que podem ser arquivos ou até jogos, daí o nome lan
houses.
Segundo dados da
pesquisa do Ibope NetRatings, o número de usuários de internet no Brasil é de
79,9 milhões, o que faz do país o 5º mais conectado. O percentual de usuários
de internet aumentou de 27% para 48% de 2007 para 2011. E mesmo com a
diminuição, as lan houses continuam sendo o principal local de acesso, seguido
pelas próprias residências.
A
popularização da internet aconteceu a partir de 2005, quando surgiram muitas
lan houses, que facilitaram o acesso de pessoas de baixa renda, dessa forma
acontece a chamada inclusão digital. Cada vez mais pessoas têm acesso a
internet em casa, isso devido às condições financeiras do brasileiro e a
diminuição dos preços dos computadores. “os números de lan houses vem
diminuindo por causa do poder aquisitivo do brasileiro que, nos últimos anos,
vem aumentado e assim possibilitando a compra de computadores e com acesso à
internet de banda larga”, afirma Wagner Dantas, técnico em redes de
computadores.
Um grande atrativo para que os jovens fossem aos cyber cafés eram os jogos em rede, que conquistaram milhares de fãs, que muitas das vezes passavam tardes inteiras após as aulas, dentro das lan houses jogando Counter Strike, game em primeira pessoa que unia várias usuários logados no mesmo espaço, mesma rede, ou em outros lugares (cidades, estados e até países) para disputar partidas, mas quais o objetivo era matar todos os inimigos. Outro grande jogo, que ainda faz sucesso, é Tíbia, um jogo de RPG que levava jovens das mais variadas idades, desde crianças a adultos, a fica ligados aos PCs interagindo com pessoas de vários países num universo medieval no qual o mais importante era, segundo alguns, alcançar o nível mais alto.
Um grande atrativo para que os jovens fossem aos cyber cafés eram os jogos em rede, que conquistaram milhares de fãs, que muitas das vezes passavam tardes inteiras após as aulas, dentro das lan houses jogando Counter Strike, game em primeira pessoa que unia várias usuários logados no mesmo espaço, mesma rede, ou em outros lugares (cidades, estados e até países) para disputar partidas, mas quais o objetivo era matar todos os inimigos. Outro grande jogo, que ainda faz sucesso, é Tíbia, um jogo de RPG que levava jovens das mais variadas idades, desde crianças a adultos, a fica ligados aos PCs interagindo com pessoas de vários países num universo medieval no qual o mais importante era, segundo alguns, alcançar o nível mais alto.
Vanderson
Patrick, estudante, frequentava lan houses, até que pôde ter internet banda
larga em sua residência, diz: “era horrível quando juntava muita gente pra
jogar em rede, eu já gostei, mas depois de um tempo, ficou insuportável”,
afirma, dobre a grande bagunça que se fazia nos estabelecimentos quando muita
gente ia jogar um desses grandes games de alcance global.
Para quem vivia nesses estabelecimentos e costumava jogar, diz que não era nada demais ficar com os amigos e passar um tempo se divertindo nas tardes, como afirmou Renato Rodrigues, estudante, 18 anos.
Para quem vivia nesses estabelecimentos e costumava jogar, diz que não era nada demais ficar com os amigos e passar um tempo se divertindo nas tardes, como afirmou Renato Rodrigues, estudante, 18 anos.
Para
alguns, muitos jovens perderam tempo de suas vidas indo a esses lugares, muitas
mães se aborreciam e chamavam isso de vício.Durante o período de ouro das lan
houses muitas empresas chegaram a crescer e se expandir para outras cidades e
até outros estados, como por exemplo a Monkey, rede de lan houses que foi
pioneira e chegou a ter 60 lojas pelo Brasil, que encerrou completamente suas
atividades em 2010.
Além das dificuldades que os proprietários têm em manter-se num mundo em que o mercado de banda larga mais barata se expande a cada dia, há uma outra dificuldade: a ilegalidade. Em 2010 existiam cerca de 110 mil lans no país e apenas 1% delas era legalizada. Isso por causa da burocracia e pela falta de uma legislação que atendesse melhor esse segmento.
Além das dificuldades que os proprietários têm em manter-se num mundo em que o mercado de banda larga mais barata se expande a cada dia, há uma outra dificuldade: a ilegalidade. Em 2010 existiam cerca de 110 mil lans no país e apenas 1% delas era legalizada. Isso por causa da burocracia e pela falta de uma legislação que atendesse melhor esse segmento.
Para Raphael Breno, que trabalhou como atendente numa lan, além dessas dificuldades, algumas eram apontadas pelos clientes. Alguns gostariam de ter um auxiliar para ajudar a usar os micros, apesar das instalações e da qualidade dos computadores. Ele ainda conta, “eram jovens que frequentavam, e a maioria deles ficava mais nas redes sociais”, finalizou.
O
que tem acontecido com as lan houses é um conjunto de fatores que tem feito
muitas delas irem à falência, são as dificuldades com a legalidade, a clientela
que exige melhor serviço e jogos novos e atualizados, as condições financeiras
da maioria da população que já pode comprar seu próprio micro computador, mas
ainda assim as lan houses mantém lideres nas preferências da ainda maioria do
público.
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
O Vintage, Os Brechós e o New Old
Revivendo tempos de
modas passadas
Mania entre os jovens
atualmente e esquecido pelos mais velhos, os brechós cem caindo no gosto
popular a partir de uma moda que vem surgindo pouco a pouco e que teve seu auge
de 2009 para 2010, o vintage.
Esse estilo que vem sendo adotado por milhares de pessoas consiste em usar
alguma peça de roupa ou até mesmo decoração de um período de moda passado, daí
que vem a popularização dos brechós e bazares.
Há que m diga que para uma peça ser vintage ela precisa ter pelo menos 20 anos de antiguidade e não ter sofrido nenhuma alteração, mas há aqueles também que só porque uma peça de roupa bacana foi de sua mãe, acham estar usando algo dessa tendência. Enganados. Para ser desse estilo, além dos fatores apontados anteriormente, a peça tem que ter sido testemunha de algum estilo importante para a moda no geral, tem que ser marca de uma época.
O vintage muitas vezes é confundido com a moda retrô, outra tendência forte, que como pode se ter uma ideia pelo nome, consiste em adotar peças de roupas antigas, assim como no vintage, e misturá-las com algo mais recente. Muitas pessoas costumam exagerar no uso dessas peças, do retro, que remetem aos anos 40, 50 e 60 mostrando que muitas dessas tendências do passado ainda podem ser usadas com louvor.Mas nem todo exagero é digno de admiração, pois muitas vezes fica tudo tão confuso que acabam perdendo a identidade cultural do período em que esse jovens vivem.
Os brechós tem papel mais que importante nessas duas modas que estão cada dia mais forte, diria até que é impossível a existência dessas delas se não houvesse os bazares e lojas de antiguidade que forneçam material para inspiração e criação de looks e novas combinações, que mantêm o jovem que sempre busca algo, antenado no que se pode usar.
Bruna Teixeira, 22, estudante de história, quando perguntada se já havia feito compras nesse tipo de loja e por quais motivos: “comprei poucas vezes em brechós, mas eu gostei muito. Primeiro porque eu sou estudante de história e fico pensando em ‘por onde essa roupa ou acessório já passou’ e segundo porque são um diferencial, tanto para usar a peça do jeito que compra, quanto para reformar”, afirma. “E você tem a possibilidade de comprar coisas muito boas e de marca, por um preço muito legal”, completa.
Outros grande meios que ajudam esse jovem que busca a moda do seu estilo e procura expressar-se, essa moda única e particular, são os sites de compartilhamento, venda e redes sociais como o Facebook, o lookbook e principalmente o instagram, um aplicativo para os mais modernos aparelhos móveis que envelhece fotos e as publica na internet, o que prova o quanto a moda retro e o estilo vintage vem crescendo.Este aplicativo é um dos mais usados atualmente e possui grande compatibilidade com vários formatos de dispositivos como smartphones , iPhone e recentemente teve sua versão anunciada para Android.
Os brechós e
as modas de antigamente estão aí para o que parece ser um bom tempo de uso e
reaproveitamento, o que prova que muitas vezes o que já foi usado, mas que se é
de boa qualidade e se combinado da forma correta, sempre volta à moda, de uma
forma ou de outra.
Moda Masculina também tem seu espaço nas redes sociais
O que um dia fez a cabeça das mulheres, se mostra cada vez mais presente no universo masculino
Muitas pessoas usam de todos os meios para ficar por dentro do que rola no mundo da moda. Mas essa característica, que era por muitas vezes atribuída às meninas, vem sendo mostrada cada vez mais por meninos que usam dos meios de comunicação e tecnologia para mostrar do que gostam, looks que vestem e o que criam com o que podem comparar. Sites como lookbook, ajudam o jovem homem, cada dia mais metrossexual, a interagir com outras pessoas do mundo inteiro que compartilham das mesmas ideias, sobre do que é belo, sobre o que é estar na “moda”. Segundo o estudante de arquitetura da UFPE, Hugo Carlos: “eu tenho conta no lookbook porque eu acho que o hype é a forma de se vestir em que me identifiquei e ele é um site que eu percebi uma expressão da moda individual. Tipo, o que você acha bonito, o que você veste, tira umas fotos e posta.”
Esse
termo hype vem sendo usado cada vez mais, e, por esse jovem que sempre procura
novidades no meio da moda. Segundo Jota Jota Villanova, 20, estudante de
design: “vem de hyperbole , vem de exagero, mas creio que o significado vem dos
hipsters. Estou escrevendo um artigo sobre eles, que hoje em dia são os lançadores
de tendência, as pessoas que usam coisas diferentes mas que odeiam quando são
copiadas. Eles fazem parte do ciclo de moda bem diferente dos hipsters dos anos
50 que só queriam estar fora da cultura dominante.”
| Foto de Hugo Carlos vendo algumas fotos de looks de pessoas que ele segue no Lookbook.nu |
O estilo que vem se espalhando, de criar seu próprio look e divulgar na internet, tem ganhado um número enorme de seguidores por todos os cinco continentes do mundo. São jovens anônimos que acessam o site e procuram inspirações para criar mais combinações de peças.Muitos deles já têm milhares de seguidores acabam virando celebridades virtuais, e referencia de estilo em moda e comportamento.“Acho legal que os jovens estejam cada vez se preocupando com o que vestem, vale lembrar que roupa não é moda, é apenas a forma que mais representa o fenômeno moda, pois está sempre em renovação”, afirma Jota Jota.
Um ponto que
deve ser tocado aqui é a grande exposição que muitos ganham por ter sua imagem
divulgada na internet. São inúmeros os casos de pessoas que tem sua vida
particular divulgada na rede. Muitos deveriam aprender com as histórias de
pessoas que são prejudicadas profissionalmente por um simples comentário que
fez no Facebook, ou uma roupa muito curta que vestiu.
Muitos têm esses exemplos como status e acham que vale tudo pra se estar na mídia. Poucos conseguem esse feito: estar na mídia, aparecer na frente de câmeras, ou dar uma entrevista aqui e ali. Mas como tudo na mídia é passageiro, muitas dessas celebridades que surgem a partir de algum compartilhamento em rede social, ganham seus 15 minutos de fama e logo desaparecem. O que lhes resta é ficar e lutar pela “fama” que conseguiu ou retirar-se e ficar sendo apenas a “moda” daquele momento já passado. O exemplo mais lembrado até hoje é o caso Geyse Arruda.
Quando se trata de moda, a internet é o veículo mais importante para se criar “modas” que como Jota Jota lembra: “Ela é fundamental para que isso aconteça , pois possui uma das características da pós-modernidade. É muita coisa acontecendo ao mesmo tempo, muitas pessoas num só ser.”
Os pontos negativos que também têm que ser apontados dessa grande quantidade dos usuários que compartilham, além da exposição, é que muitas das pessoas não sabem e acham que entendem de estilo e comportamento e saem pregando suas ideias confusas e muitas vezes erradas por blogs e sites.
“Sim, tem coisa negativa sim, alguns acham que entendem de moda sem
estudar nada, sem procurar saber. Quando digo estudar não é fazer curso
superior, mas saber do que se está falando”, afirma Jota, quando perguntado
sobre as consequências negativas que a internet e a velocidade com que as
coisas são compartilhadas causam. “E a internet possibilita que informações
tanto certas quanto enganosas venham a público”, finaliza.
Felipe Brito, 19,
estudante de jornalismo acha que esse tipo de comportamento não leva ninguém a
lugar nenhum, e que as pessoas não ganham nada em querer virar uma celebridade
fashion da internet. Não vê muito de positivo em procurar inspiração nas roupas
dos outros, nesse tipo de moda que surge na web. Mas ele veste o que o faz
sentir bem, estando na moda ou não.
Pode-se dizer que em termos de moda e comportamento, a internet é um campo minado onde em cada clique errado, uma nova tendência de gosto duvidoso e sem base alguma vá surgir e destruir a imagem de uma pessoa. Cada compartilhamento, cada curtida, nos dias da banda larga são muito perigosos, mas também muito bons se usados de forma positiva, ou seja, basta o jovem homem saber onde, com quem, e como procurar inspirações, que ele sairá bem vestido, sem precisar gastar muito, para as baladas ou mesmo no dia a dia.
Pode-se dizer que em termos de moda e comportamento, a internet é um campo minado onde em cada clique errado, uma nova tendência de gosto duvidoso e sem base alguma vá surgir e destruir a imagem de uma pessoa. Cada compartilhamento, cada curtida, nos dias da banda larga são muito perigosos, mas também muito bons se usados de forma positiva, ou seja, basta o jovem homem saber onde, com quem, e como procurar inspirações, que ele sairá bem vestido, sem precisar gastar muito, para as baladas ou mesmo no dia a dia.
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
Texto de Apresentação
Sou aluno de jornalismo e este Blog tem por objetivo,
mostrar as matérias feitas para as cadeiras do Centro Universitário Maurício de
Nassau, como uma espécie de diário jornalístico, contando do processo de
criação, das reuniões de pauta, escolhas de tema, às matérias já prontas e
publicadas.
Tudo que um estudante
de jornalismo passa, todas as dificuldades, e os desafios da profissão.
Pretendo manter esse Blog até quando eu terminar o curso e entrar no mercado de
trabalho.
Lincoln Adler,
Graduando Jornalismo,
6º Período
Centro Universitário
Maurício de Nassau
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